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Géneros/Categorias

Géneros, ou categorias, de séries Manga/Anime:

 

Shonen (ou Shounen)
Estilo direccionado essencialmente a jovens do sexo masculino, embora possa ser lido por pessoas de qualquer idade e/ou sexo. Considerado o género de manga com maior êxito, envolve normalmente enredos com acção e humor em redor das aventuras dos protagonistas. As histórias podem ainda incluir personagens femininas atraentes (como é o caso do fanservice), embora tal não seja obrigatório.
“Shonen”, em japonês, significa “rapaz”.

Exemplos: Dragon Ball, Naruto, Rurouni Kenshin




Shojo (ou Shoujo)
Estilo direccionado essencialmente a jovens do sexo feminino. As histórias, envolvendo interacções complexas entre as personagens, estão normalmente associadas a enredos românticos e melodramáticos. No entanto, apesar de estes géneros serem os mais comuns, existe também espaço para a fantasia, ficção científica, mistério e terror. Embora a arte difira de artista para artista, as personagens femininas, sendo as protagonistas, são geralmente bonitas, com olhos grandes e um estilo de desenho elegante, enquanto que os rapazes, ao contrário do que acontece no Shounen, são muitas vezes andróginos.
“Shojo”, em japonês, significa “rapariga”.

Exemplos: Marmalade Boy, Full Moon wo Sagashite, Versailles no bara




Seinen

Estilo cujo público-alvo são homens com idades compreendidas entre os 18 e os 30 anos, muito embora possa também ser direccionado a homens de negócios, com idades a rondar os 40 anos. É, por vezes, classificado como Shonen, mas possui características que o distinguem deste género, pois contém uma ampla variedade de histórias, com enredos mais adultos, podendo mesmo apresentar conteúdos violentos, sexuais, políticos, entre outros.
Uma forma de classificar um manga como sendo seinen ou não é verificar se este contém furigana (é o nome dado à forma de adicionar hiragana a um ideograma kanji para facilitar a sua leitura) sobre o texto original, em kanji, pois a falta de furigana pode ser um indicador de que o texto é dirigido a um público adulto. Por outro lado, pode também recorrer-se ao título da revista onde a história é publicada, pois normalmente as revistas com conteúdo semelhante ao descrito apresentam nos seus títulos as palavras “seinen”, “young” (novo) ou qualquer outra semelhante que remeta ao público a que são dirigidas (como é o caso da “Young Jump”, responsável por mangas como “Gantz” e “Elfen Lied”).

Exemplos: Gantz, Basilisk, Berserk




Josei
Estilo direccionado a um público feminino adulto, sendo o equivalente feminino do Seinen. As histórias retratam o dia-a-dia das mulheres japonesas e, embora algumas possam ter como pano de fundo a escola secundária ou a universidade, a maior parte decorre durante a vida adulta. A arte mantém a beleza e graciosidade que se verifica no Shojo, mas as personagens deixam de apresentar olhos grandes e exagerados, pelo que o estilo de desenho é mais realista, adequando-se aos enredos romancistas também mais reais, como é o caso de Honey and Clover (embora se possam encontrar excepções ao descrito).
É possível encontrar-se, dentro do Josei, um subgénero que retrata relacionamentos homossexuais, semelhante mas não idêntico ao Yaoi, pelo que não se deve confundir, na medida em que as histórias inseridas no Josei tendem a ser mais realistas e com conteúdo mais maduro.

Exemplos: Honey and Clover, Paradise Kiss, Nana




Kodomo
Estilo direccionado a um público infantil. Normalmente, as histórias são dirigidas a crianças com menos de 10 anos, embora possa ser apreciado por pessoas de qualquer idade, muito devido ao seu estilo simples e curto. Estas apresentam, habitualmente, conteúdo moral e pretendem ensinar às crianças a comportarem-se bem e o respeitarem os outros. Este estilo distingue-se também pela ausência de fanservice e outros elementos destinados a audiências mais adultas.
“Kodomo”, em japonês, significa “criança”.

Exemplos: Pokémon, Doraemon, Astro Boy




Mecha
Género que envolve histórias cujo tema está centrado em robôs (mechas) e correspondentes pilotos. O público-alvo é variado, podendo abranger desde crianças até jovens e adultos do sexo masculino, sendo comuns enredos com personagens em luta contra o mal, acompanhados de robôs de vários tamanhos e equipados com diferentes armas. É dos géneros mais antigos e ainda presente, nos dias de hoje.

Exemplos: Gundam, Neo Genesis Evangelion, Code Geass




Yonkoma (ou 4-Koma)
Manga apresentado num formato de quatro vinhetas dispostas em duas colunas, geralmente na vertical, e lidas de cima para baixo, embora também possam ser dispostas na horizontal e lidas da direita para a esquerda. Aparecem em quase todo o tipo de publicações no Japão, incluindo revistas, jornais, etc. As histórias, na sua maior parte com conteúdo humorístico (também podem incidir sobre temas mais sérios) acabam, normalmente, no final da quarta vinheta, podendo, por vezes, criarem uma história com continuação.

Exemplos: Azumanga Daioh, Lucky Star, Sazae-san




Gekiga
Palavra japonesa para “imagens dramáticas”. O termo, criado por Yoshihiro Tatsumi, deveu-se ao facto de muitos mangakas (criadores de manga) não quererem que os seus trabalhos fossem associados a mangas vulgares ou “imagens irresponsáveis”, como lhes costumavam chamar. Trata-se de um estilo que pode retratar temas reais ou fictícios, de carácter, em geral, violento, podendo também abordar temas como sexo, máfia, corrupção, drogas, procura de vingança, guerra, mortes, entre outros, apresentando um traço mais pesado.

Exemplos: Akira, Vagabond, Monster




Yomikiri (One Shots)

One Shots é um termo que designa uma história apresentada na íntegra, sem continuação. São histórias com cerca de 15 a 60 páginas, habitualmente feitas para concursos, e que, por vezes, evoluem para séries manga. Algumas séries que começaram assim foram Hokuto no Ken (Fist of the North Star), Naruto, One Piece, Berserk, entre outros.



Ecchi
No Ocidente, é utilizado para designar mangas com conteúdo erótico, isto é, com cenas de índole sexual. Na maior parte dos casos, as histórias apresentam momentos humorísticos de carácter sexual ou de nudez, mas não a prática do acto sexual explícito.

Exemplos: Love Hina, DNA^2, GTO




Hentai
Estilo com teor pornográfico e conteúdo sexual explícito. O Hentai permite a existência de elementos sexuais fantasiosos impossíveis de serem representados de outra forma senão desenhados, como actos sexuais fisicamente impossíveis, inaceitáveis no seio da sociedade. Desta forma, no Japão, a palavra “hentai” significa “anormalidade”, “perversão sexual” ou “metamorfose”, pelo que os enredos podem conter cenas que envolvam tentáculos, criaturas, elementos fantasiosos e outros fetiches. No Ocidente, é comum a sua abreviação para “H” (“Ecchi”, em japonês), o que não está correcto, tendo em conta o sentido original no Japão.

Exemplos: Bible Black, La Blue Girl, Bondage Fairies




Shonen-Ai
Estilo cujas histórias retratam relações amorosas entre homens adultos e/ou adolescentes, embora de uma forma menos explícita do que acontece no Yaoi. Assim sendo, nas obras classificadas como Shonen-ai, não existem cenas de sexo homossexual explícitas. É normalmente um género apreciado por raparigas estudantes e donas de casa.

Exemplos: Lost Angel, D.N.Angel, Beyond my Touch




Shojo-Ai
Estilo cujas histórias retratam relações amorosas entre mulheres, não existindo cenas que retratem sexo explícito entre estas, havendo apenas lugar para a intriga romântica.

Exemplos: Baku Ai, First Kiss, Maria-sama ga Miteru




Yaoi

Estilo que foca relações homossexuais, sendo apreciado pelo público feminino, não só no Japão, como no resto do mundo. Além do amor entre dois homens, as histórias podem conter cenas de sexo e/ou outros temas sexualmente explícitos, pelo que não deve ser confundido com o Shonen-ai. Grande parte das histórias espalhadas pelo mundo assume a forma de doujinshi, apesar de, no Japão, o número de obras profissionais ser alto.
A palavra Yaoi deriva da abreviatura da máxima japonesa “Yama nashi, ochi nashi, imi nashi”, a qual significa “sem clímax, sem propósito, sem sentido”.

Exemplos: Loveless, Gravitation, Brother




Yuri
Estilo que retrata relações lésbicas sendo, no entanto, menos difundido do que o Yaoi. As histórias podem retratar relações românticas entre mulheres, mas também podem apresentar teor sexual explícito, distinguindo-se, assim, do Shoujo-ai. O público a que é destinado pode ser tanto masculino como lésbico. É também frequente encontrar o Yuri sob a forma de doujinshi.

Exemplos: Simoun, Strawberry Panic!, Revolutionary Girl Utena




Lolicon
Estilo que, fora do Japão, é referente a histórias que envolvam meninas menores de idade ou personagens com características físicas que o aparentem, em situações sexuais ou de nudez. A palavra “lolicon” deriva da abreviatura de “lolita complex”, ou seja, “complexo lolita”, referente ao romance de Vladimir Nabokov, “Lolita”. No Japão, a palavra é usada para a pedofilia.





Outras palavras:

Bishonen
Termo utilizado para designar o conceito japonês de beleza masculina. Os homens assim denominados por apresentarem uma aparência efeminada ou andrógina, sendo magros, elegantes, não muito musculosos, altos e belos. É um conceito muito visto nos animes e/ou mangas, especialmente nos géneros shoujo, shonen-ai e yaoi. É o caso de séries como Fruits Basket, Trinity Blood ou Naruto.

Bishojo
Estilo que retrata histórias sobre personagens femininas atraentes, estando presente em todos os géneros de manga, principalmente nos de Harem. Ao contrário do Shojo, que é dirigido a um público feminino, o Bishojo tem como público-alvo uma audiência masculina, envolvendo raparigas bonitas. É, por vezes, considerado a forma mais subtil de fanservice, principalmente se envolver mulheres mais velhas que deveriam ser mais sérias. As personagens são habitualmente desenhadas ao estilo Moé (olhos, pupilas e íris grandes, baixa estatura, nariz pequeno, silhueta delgada).
O termo “bishojo”, em japonês, significa “bonita rapariga”.

Dojinshi
Trata-se de mangas elaborados e distribuídos por fãs, na sua maioria amadores, embora possam também existir profissionais famosos ligados à sua concepção. Normalmente, retratam histórias alternativas de obras consagradas, ou até mesmo paródias destas. Para além de obras publicadas no Japão, alguns utilizam como base trabalhos ocidentais, como a saga Star Wars ou o feiticeiro Harry Potter. Muitos apresentam histórias eróticas com personagens conhecidas de outros mangas, animes ou jogos, sendo este tipo de dojinshis mais conhecido no Ocidente, levando os fãs, erradamente, a considerá-los sinónimo de mangas eróticos.
Muitos foram os artistas que se iniciaram com trabalhos deste género, como o grupo CLAMP (Card Captor Sakura, Chobits) ou Rikudo Koshi (Excel Saga). O termo “dojinshi” provém da junção das palavras “dojin” que, literalmente, significa “mesma pessoa” (utilizada para referir pessoas que partilham os mesmos gostos/interesses), e “shi”, que significa “revista”.

Fanservice
Termo utilizado para definir elementos desnecessários à história e apenas usados com vista a entreter e divertir a audiência. Incluem, muitas vezes, situações com conotação erótica e/ou sexual, como peitos a baloiçarem, vislumbres de roupa interior de personagens femininas, nudez parcial, etc. Muitas séries utilizam este recurso para atraírem a atenção de diferentes públicos, sendo, por vezes, quase permanente (Tenjo Tenge, por exemplo) ou apenas ocasionalmente.